A Brava Energia (B3: BRAV3) comunicou ao mercado o encerramento da transação para venda de 11 concessões de óleo e gás onshore localizadas na Bacia Potiguar, no Estado do Rio Grande do Norte. O anúncio consta em fato relevante divulgado em 17 de setembro de 2026, em continuidade ao Fato Relevante de 10 de fevereiro de 2025.
O negócio havia sido acertado com o consórcio formado por Azevedo e Travassos Petróleo S.A. (A&T) e Petro-Victory Energy Corp. (PVE). O documento não informa valor para a operação.
Ficha da operação
| Item | Informação |
|---|---|
| Companhia vendedora | Brava Energia S.A. (BRAV3) |
| Ativos envolvidos | 11 concessões de óleo e gás onshore |
| Localização | Bacia Potiguar, Rio Grande do Norte |
| Consórcio comprador | Azevedo e Travassos Petróleo S.A. (A&T) e Petro-Victory Energy Corp. (PVE) |
| Desfecho | Encerramento da transação pela vendedora |
| Data do anúncio | 17 de setembro de 2026 |
Por que a venda foi encerrada
Segundo o fato relevante, o encerramento decorre do atingimento do Longstop Date previsto em contrato sem que determinadas condições precedentes para o fechamento da operação tivessem sido satisfeitas pelo consórcio comprador. O Longstop Date é a data-limite estabelecida em contrato a partir da qual uma das partes pode encerrar o negócio caso as condições de fechamento não sejam cumpridas.
A companhia afirmou ter exercido seu direito de encerrar a transação nos termos e condições previstos no Purchase and Sale Agreement (SPA), o contrato de compra e venda da operação. O comunicado é feito com base na Resolução CVM nº 44.
O que a empresa diz sobre os próximos passos
O encerramento da transação não afeta o planejamento estratégico da Brava para o curto e médio prazo, incluindo seus planos operacionais e de alocação de capital.
A Brava declarou considerar a transação encerrada e afirmou que permanecerá atenta à eventual necessidade de prestar esclarecimentos adicionais ao mercado, nos termos da regulamentação aplicável. O documento não menciona novas datas, assembleias ou etapas formais relacionadas ao tema.
O que muda para investidores
- A venda das 11 concessões não foi concluída, e a Brava informou ter exercido o direito de encerrar a transação previsto no SPA.
- A companhia afirma que o desfecho não altera seu planejamento estratégico de curto e médio prazo, incluindo planos operacionais e de alocação de capital.
- O documento não cita valores da transação, multas, indenizações ou efeitos contábeis.
- Não foram divulgadas novas datas, prazos ou condições para uma eventual nova tentativa de venda dos ativos.
O fato relevante é assinado por Luiz Carvalho, diretor financeiro e de relações com investidores da Brava Energia.
