O Ibovespa encerrou o mês de maio com uma retração de 7,22%, marcando o pior desempenho mensal do principal índice da B3 desde o declínio de 7,49% registrado em fevereiro de 2023. O movimento de correção foi catalisado por uma saída líquida de R$ 14,1 bilhões de investidores estrangeiros do mercado acionário brasileiro, computados até o dia 27 de maio, com a exclusão de ofertas primárias e secundárias (IPOs e follow-ons). Neste ambiente de pressão macroeconômica e realocação de portfólios internacionais, a dispersão setorial foi acentuada: 21 ações acumularam desvalorizações superiores a 10%, enquanto apenas 6 papéis conseguiram registrar avanços na mesma magnitude. A dinâmica de preços reflete não apenas o fluxo de capital externo, mas também a reação do mercado local aos resultados do primeiro trimestre de 2026, a reestruturação de dívidas corporativas e mudanças regulatórias no comércio exterior.
As maiores baixas do Ibovespa em maio
A liderança das perdas ficou concentrada em companhias que enfrentaram desafios operacionais específicos, reprecificação de passivos ou expectativas frustradas de geração de caixa. A Cosan (CSAN3) despontou como o ativo mais penalizado do mês, recuando 25,49%. O movimento foi impulsionado pela divulgação do resultado do primeiro trimestre de 2026, em 14 de maio, que apontou prejuízo líquido de R$ 1,6 bilhão. Embora represente uma melhora de 11% em relação aos R$ 1,8 bilhão de prejuízo apurados no mesmo período do ano anterior, a reação imediata do mercado foi de venda, com os papéis cedendo mais de 5% na sessão seguinte ao balanço. A pressão foi amplificada pelos desdobramentos do plano de reestruturação extrajudicial da Raízen (RAIZ4), na qual a holding detém participação relevante. Na última quarta-feira (27), a Raízen detalhou projeções e opções disponíveis para credores no processo de reorganização. As ações da companhia caíram 19,05% na sessão, sendo negociadas a R$ 0,34. Para a Cosan, analistas apontam que o plano contempla a conversão de dívida em ações da Raízen. Dada a assimetria entre o montante da dívida (R$ 65 bilhões) e o valor de mercado atual da controlada (R$ 4,4 bilhões), existe risco de diluição relevante para os acionistas atuais da holding. Em termos de valuation (avaliação de ativos com base em métricas financeiras), o Goldman Sachs calcula que a Cosan negocia com desconto de holding de 20%, mensurando os valores de mercado das subsidiárias Compass, Rumo (RAIL3), Raízen e a própria Cosan.
Para a Cosan, o plano inclui a possibilidade de conversão de dívida em ações. Dado o tamanho da dívida em relação ao valor de mercado atual da Raízen, isso pode provocar uma diluição relevante para os acionistas atuais.
No varejo de e-commerce, o Magazine Luiza (MGLU3) registrou desvalorização de 25,25%. A temporada de resultados do 1T26 evidenciou a fragilidade do canal digital da companhia. Os papéis cederam 9,95% no dia da divulgação, sendo negociados a R$ 7,15. A XP Investimentos destacou o prejuízo líquido ajustado de R$ 34 milhões, invertendo o lucro de R$ 11,2 milhões observado um ano antes. A queda reflete vendas pressionadas por um cenário macroeconômico desafiador e a queima de FCF (fluxo de caixa livre), medida que indica a liquidez gerada após subtrair investimentos em capital fixo, impactada por sazonalidade e pelos custos de preparação para a Copa do Mundo.
A Vamos (VAMO3), especializada em aluguel e gestão de frotas de veículos pesados, acumulou baixa de 20,52%. O balanço do 1T26 foi recebido com reserva, resultando em queda de 7,48% no dia da publicação. O recuo foi precedido por movimentos de venda no dia 22 (3,56%) e no dia 26 (3,86%). Paralelamente, o conselho de administração anunciou a substituição do presidente Gustavo Henrique Braga Couto por Christian Hahn. O anúncio gerou ceticismo, com os papéis cedendo 1,24% na sessão de divulgação. O Bradesco BBI interpretou a troca como reflexo do momento operacional e reiterou recomendação de compra, fixando preço-alvo de R$ 6,00 para o encerramento de 2026. O JPMorgan também manteve posicionamento comprista.
A Axia Energia (AXIA3/AXIA6) sofreu desvalorização de 16,07%. A XP Investimentos avaliou que os números do 1T26 ficaram ligeiramente abaixo do consenso, mas não os considerou preocupantes. A reação negativa foi atribuída a expectativas de dividendos não atendidas. A Genial Investimentos, contudo, ressaltou o forte desempenho operacional, alavancado pela expansão do segmento de geração em meio ao processo de descotização (remoção de desconto aplicado em ações quando não há dispersão de capital) e pela elevação dos preços de energia nos mercados de curto e longo prazo. O Bradesco BBI reduziu projeções para o 2T26, mas manteve recomendação de compra, elevando o preço-alvo da AXIA3 de R$ 72,00 para R$ 73,00, enquanto preservou o alvo de R$ 80,00 para a AXIA6, equivalente a um prêmio de aproximadamente 10% sobre a classe ordinária.
A Vivara (VIVA3) fechou o mês com queda de 15,55%, incluindo um recuo superior a 11% na sessão seguinte ao balanço do 1T26, divulgado em 7 de maio. A varejista de joias reportou retração de cerca de 30% no lucro líquido consolidado. A XP Investimentos observou que os números fracos já eram precificados e que a companhia seguiu a dinâmica histórica de crescimento. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), indicador de rentabilidade operacional, ficou abaixo das projeções devido ao aumento das despesas com vendas. O JPMorgan, no entanto, destacou a saúde das receitas, que avançaram 14% na comparação anual, sustentadas por uma combinação equilibrada de preços e volumes na categoria principal de joias.
| Empresa (Ticker) | Variação em Maio | Resultado 1T26 (Lucro/Prejuízo) | Preço-Alvo / Múltiplos Citados | Principal Fator de Pressão |
|---|---|---|---|---|
| Cosan (CSAN3) | -25,49% | Prejuízo de R$ 1,6 bi | Desconto de holding: 20% (Goldman) | Reestruturação Raízen e risco de diluição |
| Magalu (MGLU3) | -25,25% | Prejuízo de R$ 34 mi | Cotação no evento: R$ 7,15 | Queda do canal online e queima de FCF |
| Vamos (VAMO3) | -20,52% | Não divulgado | Alvo: R$ 6,00 (BBI) | Balanço fraco e transição de CEO |
| Axia (AXIA6) | -16,07% | Ligeiramente abaixo do esperado | Alvo AXIA3: R$ 73,00 | AXIA6: R$ 80,00 | Dividendos aquém das expectativas |
| Vivara (VIVA3) | -15,55% | Queda de ~30% no lucro líquido | Receita +14% a.a. (JPMorgan) | Ebitda pressionado por despesas de vendas |
As maiores altas do Ibovespa em maio
Na contramão da correção geral, o setor siderúrgico liderou os avanços, com a Usiminas (USIM5) acumulando valorização expressiva de 34,63% e a CSN (CSNA3) subindo 13,02%. O Bradesco BBI reconheceu que os fundamentos da Usiminas têm superado expectativas iniciais, mas alertou que a forte valorização recente já incorpora a melhora de cenários para 2026 e os reajustes de preços aplicados entre abril e junho. A instituição mantém recomendação neutra, ponderando que a pressão de custos, somada a contratos com defasagem de repasse (mecanismo que permite o reajuste tardio de preços contratados para acompanhar a inflação ou custos de insumos), pode limitar a expansão de margens nos próximos trimestres. A análise também destaca que sinais de demanda mais fraca podem impedir que as siderúrgicas domésticas mantenham a paridade de preços com os mercados internacionais. O BBI conclui que a relação risco-retorno se tornou menos atrativa nos patamares atuais.
O Goldman Sachs adotou postura distinta ao elevar a recomendação para compra no final do mês, apostando na inflexão do ciclo do aço no Brasil. O banco destaca que as importações de aço recuaram 42% em abril na comparação mensal, interrompendo um ciclo prolongado de crescimento. O movimento é atribuído a barreiras comerciais recentes (aumento de tarifas, cotas e medidas antidumping), além de custos globais elevados e gargalos logísticos. O Itaú BBA corroborou a tese positiva, elevando o preço-alvo da USIM5 de R$ 9,00 para R$ 11,00 e mantendo a recomendação de compra. A instituição cita possíveis ganhos fiscais vinculados a JCP (juros sobre capital próprio) não pagos em exercícios anteriores e reforça o valuation atrativo, mesmo com a alta de 82% desde a revisão de recomendação em outubro do ano passado. O ativo apresenta retorno sobre o fluxo de caixa livre (FCF yield) de 11% e múltiplo EV/Ebitda (valor da empresa dividido pelo Ebitda) estimado em 2,9 vezes para 2027. O banco elevou as projeções de Ebitda para 2026 para R$ 3 bilhões (31% acima da estimativa anterior) e para 2027 para R$ 3,6 bilhões (15% acima da projeção prévia), sustentado por resultados do 1T26 mais robustos e otimismo quanto aos preços do aço.
Entre os consumidores, a Ambev (ABEV3) avançou 13,02%, com salto de 15,30% na sessão pós-balanço. A XP Investimentos identificou o segmento de cervejas no Brasil como o vetor de destaque do trimestre, superando expectativas e compensando desempenho mais modesto em outras unidades geográficas. O Bradesco BBI notou que o trimestre entregou praticamente todos os indicadores buscados pelo mercado: crescimento de volumes em Cerveja Brasil mesmo com base de comparação difícil, precificação mais forte que o antecipado, disciplina em SG&A (despesas com vendas, gerais e administrativas) e ganho claro de alavancagem operacional conforme a receita acelerou. A receita líquida por hectolitro no Brasil cresceu 8% na base anual, ritmo mais intenso desde 2023, superando a inflação e as projeções. A tese defende que a reconstrução do portfólio, focada em premiumização (migração para produtos de maior valor agregado), fortalecimento do mainstream e estímulo ao crescimento da categoria, começa a gerar poder de preço e ganho de mercado. O Bradesco BBI elevou o alvo de R$ 14,00 para R$ 15,00, mas manteve neutralidade, aguardando consistência nos lucros em médio prazo. A compilação da LSEG revela cautela do consenso: das 14 recomendações, 8 são de manutenção, 4 de venda e apenas 2 de compra.
No setor imobiliário, a Cury (CURY3) subiu 10,60%, demonstrando resiliência frente à alta da inflação de custos de construção que penalizou outras construtoras. A XP Investimentos classifica a empresa como best-in-class (melhor de sua classe), destacando crescimento forte aliado à geração de caixa consistente, com o foco do mercado migrando para a política de dividendos. A companhia reportou lucro líquido de R$ 303 milhões no 1T26, avanço de 41,9% na comparação anual. A receita líquida atingiu R$ 1,6 bilhão, expansão de 32,6%. O consenso da LSEG projetava R$ 279 milhões de lucro e R$ 1,5 bilhão de receita. O Bradesco BBI avaliou os resultados como positivos, confirmando a desaceleração da margem bruta dentro do esperado, lucro acima das estimativas e ROE (retorno sobre patrimônio líquido, indicador que mede a eficiência da empresa em gerar lucro com o capital investido pelos sócios) em patamar excepcionalmente elevado. A instituição mantém atenção a riscos externos, mas considera que as projeções incorporam margem de segurança adequada.
A Lojas Renner (LREN3) fechou o mês com alta de 10,21%. A varejista divulgou lucro líquido de R$ 257,3 milhões no 1T26, expansão de 16,4% na base anual e acima do esperado. O diretor financeiro, Daniel Martins, afirmou em teleconferência que as vendas no primeiro semestre devem permanecer abaixo da média anual, mas projetou recuperação no segundo semestre, reafirmando confiança no cumprimento do guidance (orientação de resultados divulgada pela diretoria) para 2026. O cenário de consumo segue desafiador, com efeito de base comparativa desfavorável devido aos robustos crescimentos de receita de varejo registrados no primeiro e segundo trimestres de 2025 (12% e 18,5%, respectivamente). No plano regulatório, o governo eliminou a tarifa federal de 20% sobre compras internacionais abaixo de US$ 50, revertendo a tributação de 2024 e reduzindo o custo do comércio cross-border (importação direta de consumidores via plataformas estrangeiras). Antes da tarifa, os volumes superavam 18 milhões de encomendas mensais, caíram para cerca de 11 milhões e recuperaram para a faixa de 15 a 17 milhões. O Bradesco BBI entende que a flexibilização é naturalmente negativa para varejistas locais, especialmente os posicionados em faixas de preço mais acessíveis. O JPMorgan, por outro lado, pondera que a Medida Provisória remove apenas o imposto federal, enquanto a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) pelos estados permanece, com dez unidades federativas elevando a alíquota de 17% para 20%. A instituição reforça que o setor não retornará ao cenário de tributação praticamente zero do passado, caracterizado por regulamentação frouxa e auditoria mínima, e que varejistas locais estão melhor posicionados nesta nova fase, com preços assertivos, estoque renovado e infraestrutura de suporte ampliada. A Renner completou a migração para o Centro de Distribuição de Cabreúva, enquanto concorrentes como Riachuelo e C&A otimizaram eficiência fabril e descontinuaram linhas de produção menos rentáveis.
| Empresa (Ticker) | Variação em Maio | Resultado 1T26 / Vetor Operacional | Preço-Alvo / Múltiplos Citados | Posicionamento de Analistas |
|---|---|---|---|---|
| Usiminas (USIM5) | +34,63% | 1T26 forte; importações de aço -42% em abril | Alvo: R$ 11,00 (Itaú BBA) | EV/Ebitda 2027: 2,9x | Compra (Goldman/Itaú) | Neutro (BBI) |
| Ambev (ABEV3) | +13,02% | Cerveja Brasil +8% por hectolitro; margens estáveis | Alvo: R$ 15,00 (BBI) | Neutro (BBI) | Consenso: 8 mantêm, 4 vendem, 2 compram |
| Cury (CURY3) | +10,60% | Lucro R$ 303M (+41,9%) | Receita R$ 1,6B (+32,6%) | Não divulgado (foco em dividendos) | Positivo (XP/BBI) | ROE elevado e caixa consistente |
| Lojas Renner (LREN3) | +10,21% | Lucro R$ 257,3M (+16,4%) | Guidance 2026 mantido | Não divulgado (análise focada em tributação) | Resiliência frente a mudanças no cross-border |
O que isso significa para o investidor
O desempenho do Ibovespa em maio evidencia uma fase de realinhamento de carteiras e de precificação mais seletiva de riscos corporativos. A fuga de capitais estrangeiros, totalizando R$ 14,1 bilhões em saída líquida, reduz a liquidez do mercado e amplia a volatilidade, especialmente para ativos de maior free float e menor profundidade de mercado. Para o investidor pessoa física, a dispersão de 21 quedas acima de 10% contra 6 altas equivalentes reforça que a seleção de ativos por fundamentos ganha prioridade sobre a beta (sensibilidade do ativo aos movimentos gerais do índice). A reação às empresas holding com dívidas em reestruturação (caso Cosan/Raízen) demonstra que o mercado penaliza incertezas jurídicas e potenciais diluições patrimoniais. Por outro lado, setores com visibilidade de margens e proteção cambial, como a siderurgia, atraem capital na medida em que barreiras comerciais domésticas contêm a concorrência externa e permitem repasses de preços. No varejo e no consumo, a capacidade de gerar caixa operacional e disciplinar despesas (SG&A) separa as companhias resilientes das expostas a ciclos de queima de FCF. A eliminação da tarifa cross-border, embora alivie o custo para o consumidor final, impõe nova dinâmica de concorrência que testa a eficiência logística e o mix de produtos dos varejistas nacionais. O cenário macroeconômico, com Selic e inflação em trajetória de monitoramento, mantém o custo de capital elevado para empresas alavancadas e sensíveis a crédito, enquanto o câmbio impacta diretamente o balanço de companhias importadoras e as paridades de preços de commodities.
Riscos e Fatores de Atenção
- Risco de Diluição Patrimonial: A conversão de dívida em ações, como observada nos planos de reestruturação de companhias com passivos expressivos frente ao valor de mercado, pode reduzir a participação percentual dos acionistas atuais no capital social.
- Defasagem de Contratos e Custos: No setor siderúrgico, a pressão inflacionária de insumos combinada com mecanismos de repasse tardio em contratos de longo prazo pode corroer margens operacionais nos próximos trimestres, caso a demanda não acompanhe o ritmo de alta dos preços do aço.
- Competição no Varejo Digital: A reversão de tarifas federais sobre importações de baixo valor (US$ 50) restabelece vantagem de preço para plataformas estrangeiras, pressionando varejistas domésticos de entrada e médio porte, mesmo com a manutenção do ICMS estadual em patamares de 17% a 20% em diversas unidades federativas.
- Sazonalidade e Queima de Caixa: A preparação para grandes eventos esportivos e ciclos de consumo podem gerar picos de investimento em capital de giro e logística, reduzindo temporariamente o FCF disponível para distribuição de proventos ou reinvestimento produtivo.
- Volatilidade de Fluxo Estrangeiro: A saída líquida de R$ 14,1 bilhões em pouco mais de três semanas demonstra sensibilidade a fatores externos (taxas de juros nos EUA, aversão global a risco e realocação de portfólios), podendo restringir a valorização do Ibovespa no curto prazo, independentemente da qualidade dos resultados locais.
- Base de Comparação no Consumo: Resultados robustos no primeiro semestre de 2025 (alta de 12% e 18,5% na receita de varejo em trimestres específicos) criam bases estatísticas elevadas, exigindo crescimento orgânico consistente para validar expectativas de lucro e margem em 2026.
Perspectivas e Próximos Passos
Os próximos ciclos de divulgação de resultados e atualizações de guidance serão catalisadores decisivos para a validação das teses de recuperação setorial. No segmento siderúrgico, a capacidade das empresas de sustentar a paridade de preços frente a uma eventual normalização do fluxo de importações e a eficácia dos reajustes contratuais entre abril e junho definem o patamar de margens para o segundo semestre. Para o varejo de consumo e moda, o acompanhamento da execução do guidance de 2026, aliado à resposta da demanda aos novos níveis de preço pós-ajuste tributário, indicará a robustez das estratégias de premiumização e eficiência operacional. No setor imobiliário, a trajetória da inflação de custos e a velocidade de conversão de VGV (valor geral de vendas) em receita reconhecida serão os vetores de análise, com foco na manutenção de ROEs elevados e na política de distribuição de capital. Investidores devem monitorar a evolução do fluxo estrangeiro na B3, as diretrizes do Banco Central para a taxa Selic e as atualizações das projeções de Ebitda pelas casas de análise, especialmente para ativos com múltiplos de EV/Ebitda abaixo de 3 vezes e FCF yield superior a 10%. A consolidação dos dados do segundo trimestre de 2026 e as revisões de recomendação no mercado de capitais fornecerão o embasamento necessário para a precificação dos riscos operacionais e macroeconômicos em vigor.
As informações deste editorial foram produzidas pela redação do Ativo Virtual com base em reportagem publicada pelo(a) InfoMoney. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de investimento. Decisões financeiras devem ser tomadas com o auxílio de um profissional certificado.
