PRIO3 atualiza certificação de reservas com foco em eficiência operacional

Rio de Janeiro, 10 de março de 2026 – A PRIO S.A. (PRIO3) informou ao mercado a publicação de uma nova certificação de reservas, elaborada pela consultoria DeGolyer & MacNaughton (D&M), com data de referência em 1º de janeiro de 2026. O relatório abrange os clusters Polvo e TBMT (Bravo), Frade e Wahoo (Valente), além dos campos Albacora Leste e Peregrino.

Essa atualização reflete avanços operacionais, como a assunção da operação em Peregrino e ajustes em cronogramas e custos, visando maximizar a produção e a criação de valor para acionistas.

Principais destaques por campo

  • Peregrino: Redução de OPEX pela PRIO estendeu a vida útil, adicionando 19,3 milhões de barris à curva 1P. Incluiu ainda 29 milhões de barris da área 'isolado' até o LKO (Lowest Known Oil), com perfurações previstas para avaliar mais volumes.
  • Polvo e TBMT (Bravo): Incorporou o poço POL-GY (em produção desde 2025, +2,3 mi barris), poço Well B em 2026 e Well A em 2027. Ajustes na declínio de produção e CAPEX, removendo workovers de menor custo.
  • Frade: Um poço infill em 2026; reclassificação de poço do PDNP para 1C. CAPEX por poço revisado com base em custos atualizados.
  • Wahoo (Valente): Cronograma atualizado; CAPEX total ajustado para US$ 870 milhões (US$ 644 mi já investidos até 31/12/2025).
  • Albacora Leste: Curva 1P revisada por licenças ambientais; reclassificação de poço do PUD para 1C. CAPEX por barril aumentou ao excluir poços reabertos em 2025.

Os resumos de reservas e CAPEX associados (excluindo manutenção de produção) foram divulgados, com foco em perfuração de novos poços. Detalhes completos no relatório da companhia.

O que muda para investidores

Para acionistas da PRIO3, as atualizações sinalizam potencial de crescimento na produção, com extensões de vida útil e volumes adicionados – como os 48,3 milhões de barris em Peregrino. A disciplina em CAPEX e OPEX reforça a estratégia de eficiência, preservando liquidez em um mercado volátil de óleo. Analistas devem monitorar licenças e perfurações para validar as curvas 1P/1C.

A PRIO, uma das maiores independentes em óleo e gás no Brasil, prioriza aquisições, redesenvolvimento e redução de custos, sempre com foco em segurança e meio ambiente.

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