Estratégia da Vivo

A Telefônica Brasil S.A. (VIVT3; NYSE: VIV) comunicou, no dia 23 de fevereiro de 2026, o encerramento de seu programa de recompra de ações anterior e a criação de uma nova iniciativa com validade até fevereiro de 2027. A decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada no dia 20 de fevereiro.

Programa anterior encerrado

  • Duração: 25/02/2025 a 20/02/2026;
  • Ações adquiridas: 49,6 milhões;
  • Ações canceladas até 24/07/2025: 34,7 milhões;
  • Saldo restante: Permanecerá em tesouraria, será cancelado ou alienado.

O novo programa de recompra

O Programa de Recompra de Ações para 2026-2027 traz os seguintes detalhes:

  • Recursos: Até R$ 1,0 bilhão, provenientes de reserva estatutária de lucros;
  • Quantidade: Máximo de 42,86 milhões de ações ordinárias;
  • Período: 23/02/2026 a 22/02/2027;
  • Execução: Compras na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) a preços de mercado;
  • Intermediários: Bradesco, BTG Pactual, Citibank, Itaú BBA e Morgan Stanley.

O que muda para investidores

Com o encerramento do programa anterior e início do novo ciclo, o foco da Vivo é otimizar a alocação de capital. O cancelamento de ações dilui a base acionária, potencialmente elevando indicadores como lucro por ação (LPA). As recompras também sinalizam confiança na valuation da empresa, o que pode impactar positivamente o preço das ações (VIVT3; VIV).

Acionistas interessados em acompanhar o andamento devem consultar o site da telefônica (ri.telefonica.com.br) e os portais da CVM e da B3.

Contexto estratégico

A iniciativa faz parte de uma reestratégia mais ampla do setor de telecomunicações, onde empresas buscam eficiência financeira diante de uma economia volátil na América Latina. A Vivo lidera esse movimento no Brasil, ajustando sua estrutura acionária para maximizar retornos.

Disclaimer: O conteúdo apresentado é meramente informativo e não deve ser considerado como conselho de investimento. Ativo Virtual não se responsabiliza por decisões financeiras tomadas com base nestas informações.