Ibovespa recua 0,25% pressionado pela Vale, mas mantém patamar acima de 172 mil pontos
Ibovespa fecha em 172.020,68 pontos. Petrobras sobe com petróleo e regularização de poços. Vale recua com minério e saída de conselheiro.
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Ibovespa fecha em 172.020,68 pontos. Petrobras sobe com petróleo e regularização de poços. Vale recua com minério e saída de conselheiro.
Bolsa brasileira opera em queda com atenção a mercados externos, commodities e agenda macroeconômica dos EUA e do Brasil.
Análise dos mercados na abertura desta terça-feira: impacto do ataque no Estreito de Ormuz, lucros da Samsung, dados de inflação IGP-DI e IVAR, e estresse na curva de juros brasileira com possível ação do Tesouro.
Fatos relevantes destacam ajustes de governança, captações de R$ 2,08 bi, crescimento de receita na indústria e fluxo de dividendos no setor imobiliário.
Ibovespa cai 0,93% para 172.447,58 pts, isolado das altas em NY. Fluxo estrangeiro negativo, tensões fiscais para 2027 e audiência comercial nos EUA direcionam o pregão.
Queda nas importações de diesel altera oferta e fortalece margens de Vibra e Ultrapar. Entenda os dados da Secex, projeções de resultado e impactos para a renda variável.
Goldman Sachs revisa projeções para o setor de óleo e gás no Brasil, impactando balança comercial, contas públicas e retorno acionário da Petrobras.
Morgan Stanley atualiza projeções para o petróleo e eleva PRIO para overweight, mantendo Petrobras como favorita em relatório de cobertura do setor.
Relatório do JPMorgan identifica cenário tático favorável na B3, com valuation baixo, alta concentração de apostas de queda e filtros de fluxo de caixa para dividendos sustentáveis.
Saiba quais empresas pagam dividendos em julho, os fundamentos de JHSF e BB Seguridade, e as projeções da ferramenta de IA para a temporada de proventos.
Ibovespa fecha acima de 174 mil pontos após dados fracos da indústria. Mercado precifica corte de 0,25 pp na Selic em agosto e avalia setores financeiros e de energia.
Bolsa brasileira sobe com a queda dos juros futuros após dados fracos de emprego nos EUA e produção industrial moderada no Brasil, ampliando expectativas de corte na taxa Selic.