Ibovespa Futuro Desaba 2,28% com Conflito no Irã e PIB de 2,3% em 2025
Tensões EUA-Israel-Irã derrubam bolsas globais e elevam energia em 29% no ano; PIB brasileiro cresce 0,1% no 4T25 e 2,3% no ano, abaixo de 2024, pressionando juros futuros
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Tensões EUA-Israel-Irã derrubam bolsas globais e elevam energia em 29% no ano; PIB brasileiro cresce 0,1% no 4T25 e 2,3% no ano, abaixo de 2024, pressionando juros futuros
Ibovespa fecha em 189.307 pontos com ganho de 0,28%, sustentado por Petrobras (PETR4 +4,58%) em meio a ataques de EUA e Israel ao Irã que elevam Brent a US$77,74 (+6,7%)
A Petrobras monitora oscilações do petróleo após ataques no Irã elevarem Brent em 13%. Riscos logísticos e câmbio influenciam decisão sobre reajuste de combustíveis.
Tensões geopolíticas elevam volatilidade no Ibovespa, com alta do dólar e foco em commodities. Petrobras e B3 destacam-se em dia marcado por ataques no Irã.
Ataque de EUA e Israel ao Irã ameaça 20% do fluxo global de petróleo pelo Ormuz, gerando choque inflacionário no Brasil e incertezas para o Copom nos dias 17 e 18 de março
Petrobras (PETR3; PETR4) retoma produção de ureia e amônia, vendendo para diversos estados e reduzindo dependência de importações afetadas por conflitos no Irã e Estreito de Ormuz
Oceanpact (OPCT3) anuncia fusão com CBO, emitindo 274,5 mi ações e dando 57,86% aos acionistas da incorporada; papel recua 2,20% para R$ 9,35 apesar de visões positivas de bancos
Conflito EUA-Irã pressiona dólar a máxima de R$ 5,21; analistas avaliam impacto de alta do petróleo e eleições brasileiras
Escalada de conflito no Oriente Médio e risco de aumento do petróleo elevam taxas do Tesouro Direto, com IPCA+ 2045 registrando 7,05% de juro real
Ataque dos EUA ao Irã pode elevar petróleo em até 10%, beneficiar Petrobras (PETR4) e agravar volatilidade do dólar no Brasil. Entenda os impactos.
Donald Trump autoriza ataque em larga escala ao Irã visando mudança de regime. Sem ameaça imediata, ação eleva volatilidade global e pressão sobre o petróleo.
Tensão entre EUA e Irã pode alterar o patamar de preços do petróleo. Roberto Ardenghy (IBP) destaca risco no Estreito de Ormuz e oportunidade para o Brasil.