Principais pontos
- "foram implementadas as principais condições precedentes para a assinatura do contrato de concessão rodoviária da Rota Mogiana SPE S.A."
- "o pagamento da outorga fixa, no valor de R$ 1.084.842.068,71"
- "a integralização do capital social mínimo obrigatório para o início da concessão, no valor de R$ 82.814.171,38"
A Azevedo & Travassos (AZEV3) comunicou ao mercado, nesta quinta-feira (14), que foram implementadas as principais condições precedentes para a assinatura do contrato de concessão rodoviária da Rota Mogiana SPE S.A. Segundo o fato relevante divulgado, a companhia já está apta a formalizar o contrato e dar início à fase operacional do projeto.
Obrigações financeiras cumpridas
O documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) detalha que a SPE atendeu às obrigações previstas no edital da concessão. Para destravar a assinatura do acordo, os seguintes passos foram executados:
- o pagamento da outorga fixa, no valor de R$ 1.084.842.068,71;
- a integralização do capital social mínimo obrigatório para o início da concessão, no valor de R$ 82.814.171,38;
- o atendimento das demais condições estabelecidas no edital e nos documentos da concessão.
O valor da outorga representa o principal aporte financeiro exigido para a aquisição do direito de explorar a rodovia, totalizando R$ 1.084.842.068,71. Já o capital social mínimo obrigatório, de R$ 82.814.171,38, garante a estruturação patrimonial inicial da SPE para os trabalhos de obra e operação.
O que muda para investidores
Com a conclusão dessas etapas burocráticas e financeiras, a Azevedo & Travassos (AZEV3) avança para a fase prática do empreendimento. A companhia afirma que o movimento reforça seu compromisso com a expansão no setor de concessões e com a criação de valor para os acionistas.
O diretor de Relações com Investidores, Bernardo N. Mendonça de Araújo, assinou o comunicado afirmando que a construtora seguirá acompanhando os próximos passos e manterá o mercado informado sobre novos desdobramentos da Rota Mogiana SPE.
