Ibovespa atinge recorde histórico de 192 mil pontos e fecha em leve realização
O Ibovespa renovou sua máxima histórica aos 192.623 pontos, encerrando o pregão com queda marginal de 0,13% aos 191.247 pontos, impactado por bancos e varejo.
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O Ibovespa renovou sua máxima histórica aos 192.623 pontos, encerrando o pregão com queda marginal de 0,13% aos 191.247 pontos, impactado por bancos e varejo.
Banco do Brasil mantém recomendação de compra para Klabin com 29% de valorização potencial. Vale fecha acordo bilionário na Índia para reduzir dependência da China. Axia3 migra para novo mercado da B3 com bonificação de 10%. Vibra Energia enfrenta crise após acidente em Volta Redonda. Brava Energia conquista fatia em Papa Terra com risco jurídico.
O Ibovespa atinge recorde histórico de 191.490,40 pontos puxado por blue chips e R$ 35,6 bi em investimentos estrangeiros em 2026, evidenciando recuperação do mercado acionário brasileiro.
Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) lideram ranking das ações mais negociadas na B3 em janeiro, com PRIO3 retornando ao top 10. Volume financeiro diário alcança R$ 490,6 bilhões na bolsa brasileira.
Confira as empresas que devem pagar dividendos na próxima semana, incluindo pagamentos significativos de até R$ 8,98 por ação em CA4. Análise de performance e projeções de mercado.
Radiografia dos fatos corporativos desta sexta-feira e seus reflexos na carteira do investidor pessoa física no Brasil.
Deliberação do conselho fortalece fluxo de caixa para acionistas pessoas físicas em meio a um ciclo de juros elevados na economia brasileira.
O BB aprovou distribuição de R$ 400,3 mi em Juros sobre Capital Próprio referentes ao 1T26. Pagamento em 11/03/26.
Confira as atualizações cruciais do mercado: Banco do Brasil mantém payout conservador, Vale brilha em metais básicos e Raízen enfrenta reestruturação urgente.
O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou suas diretrizes para 2026, prevendo lucro de até R$ 26 bi e expansão da carteira de crédito pessoa física entre 6% e 10%.
O Ativo Virtual analisa o impacto bilionário no Banco do Brasil, a disparada nos lucros do Banrisul, a recuperação do IRB e as novas projeções para Petrobras.
O Banco do Brasil reportou lucro de R$ 5,7 bilhões no 4T25, mas confirmou que não pagará dividendos extraordinários nos próximos três anos devido ao risco agrícola.