Ibovespa cai 1,83% com guerra EUA-Israel x Irã no 6º dia
Ibovespa recua para 181.966 pts com conflito no Oriente Médio afetando rotas petroleiras; setor bancário pesa enquanto óleo impulsiona petroleiras antes de resultados da Petrobras
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Ibovespa recua para 181.966 pts com conflito no Oriente Médio afetando rotas petroleiras; setor bancário pesa enquanto óleo impulsiona petroleiras antes de resultados da Petrobras
Defasagem do diesel vendido pela Petrobras nas refinarias chega a 47%, puxada por alta do petróleo; gasolina registra 19% de desconto ante mercado externo, com impactos na inflação e câmbio
Ibovespa cai 1,81% aos 181.966 pontos seguindo bolsas americanas no vermelho por conflitos no Oriente Médio; dólar avança e Petrobras divulga balanço hoje.
Petrobras divulga resultados nesta quinta (5), com foco em dividendos do 4T25 modestos devido a investimentos altos, impactando fluxo de caixa e yields baixos para acionistas
Petrobras (PETR4) divulga balanço do 4T25 com expectativas de lucro superior ao 4T24, mas recuo ante 3T25 por Brent a US$ 63/bbl e capex elevado
ANP identificou não conformidade crítica na sonda ODN-II da Petrobras durante perfuração na bacia da Foz do Amazonas, com multa estimada em até R$ 2 milhões e prazos para adequação.
Ações de Petrobras (PETR3; PETR4), PRIO (PRIO3) e Brava (BRAV3) operam em queda nesta quarta-feira (4), refletindo recuo do Brent a US$ 80,90 e WTI a US$ 73,89 após declarações de Scott Bessent sobre suprimentos abundantes
Ibovespa avança para 185.040,70 pontos puxado por bolsas externas, mas futuro do conflito no Oriente Médio pressiona ativos como Petrobras e eleva incertezas sobre política monetária
Confira detalhes do lucro recorde da Copel e dividendos do Itaú, enquanto Vale reestrutura subsidiárias e conflitos no Oriente Médio elevam apostas na PRIO3.
Petrobras (PETR3/PETR4) mantém desempenho plano mesmo com alta de 7% no petróleo Brent, enquanto paridade de combustíveis atinge níveis críticos
Guerra no Oriente Médio já pressiona preços de frete do petróleo em 20% do tráfego global pelo Estreito de Ormuz; Shell vê alta na demanda por óleo e acelera investimentos no Brasil
Tensões EUA-Israel-Irã derrubam bolsas globais e elevam energia em 29% no ano; PIB brasileiro cresce 0,1% no 4T25 e 2,3% no ano, abaixo de 2024, pressionando juros futuros