UBS BB inverte estratégia em commodities: foco no petróleo e no aço nacional
Relatório do UBS BB destaca reviravolta em commodities com foco em petróleo e siderurgia. Confira projeções de preço, rentabilidade estimada e riscos logísticos.
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Relatório do UBS BB destaca reviravolta em commodities com foco em petróleo e siderurgia. Confira projeções de preço, rentabilidade estimada e riscos logísticos.
Goldman Sachs reforça tese para petroleiras, enquanto a Anthropic registra IPO nos EUA e o TRXF11 reestrutura sua carteira.
Goldman Sachs e JPMorgan recalibram projeções para o setor de óleo e gás, destacando geração de caixa, governança e riscos eleitorais e cambiais para investidores.
Ibovespa opera estável enquanto mercado precifica pressão inflacionária, retração industrial e tensões no Oriente Médio. Projeções do Focus e curva de juros ditam o ritmo.
Ibovespa fecha em 175.744 pontos com pressão sobre petroleiras e elétricas. IPCA-15 em maio acelera e reforça cautela sobre cortes da Selic no Brasil.
Ações de petroleiras operam em queda na B3 após negociações para reabrir o Estreito de Ormuz avançarem, derrubando o Brent e o WTI e pressionando o setor.
Análise completa dos mercados nesta sexta-feira com dados de Ibovespa, dólar, DI, commodities, IPOs e cenário macroglobal, focando em riscos e oportunidades para investidores.
Bolsa brasileira fecha em 177,3 mil pontos pressionada por geopolítica e lucro em tech. Investidores monitoram negociações de paz, curva de DI e audiência do BC.
Minuta de abril do Federal Reserve aponta risco prolongado de inflação acima da meta de 2%, acendendo alerta para novo ciclo de alta. Entenda os impactos no mercado e na alocação de ativos.
Acompanhe o movimento do Ibovespa, dólar e juros futuros em meio às incertezas no Oriente Médio, expectativas de política monetária nos EUA e resultados corporativos.
Bolsa brasileira opera com perdas acima de 1,9% e renova mínimas em 173,6 mil pontos, pressionada por alta do dólar, curva de juros inclinada e cenário externo tenso com EUA e Oriente Médio.
Bolsa brasileira opera em queda pressionada por tensões no Oriente Médio e alta dos Treasuries; dólar comercial avança, volatilidade cai e fluxos de estrangeiros sinalizam cautela.