Concentração em IA e Chips Distorce Bolsas Globais e Isola o Brasil
A alta global é puxada por semicondutores, isolando o Ibovespa e ETFs de emergentes do desempenho asiático, enquanto o BC gerencia pressão inflacionária e geopolítica.
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A alta global é puxada por semicondutores, isolando o Ibovespa e ETFs de emergentes do desempenho asiático, enquanto o BC gerencia pressão inflacionária e geopolítica.
Vale, Petrobras e Itaú lideram negociações na B3 no 1º tri/26. Geopolítica do petróleo e preferência por ativos de energia ditam os fluxos de capital.
Ibovespa registra quarta queda consecutiva com foco em políticas de renegociação de dívidas, expectativa de corte na Selic e revisão de recomendações para ASAI3 e USIM5.
Analistas revisam projeções do Brent e preços-alvo para petrolíferas na B3. Entenda o impacto de FCFE, hedges e políticas públicas no setor.
Análise técnica do Itaú BBA revela Ibovespa esticado, mas com suporte de commodities e maior liquidez estrangeira em small caps.
Bolsa opera com cautela diante da extensão da trégua no Oriente Médio e dados macro globais. Analisamos câmbio, commodities, juro e renda variável.
Alta do Brent (US$ 94,30) e WTI (US$ 87,80) impulsiona PRIO, Petrobras e Brava. Tensões no Estreito de Ormuz e bloqueio naval impactam oferta global.
O real opera melhor cenário do ano com dólar abaixo de R$ 5. Confira projeções revisadas de inflação para 5,1%, desempenho de fatores de investimento e riscos do setor de óleo e gás.
Ações de petroleiras despencam na B3 após o Irã anunciar a reabertura total do Estreito de Ormuz. Analistas apontam retirada de prêmios de risco com queda de até 10% do barril.
Bradesco BBI revisa curva do Brent para US$ 85 em 2026 e eleva preços-alvo de Petrobras, PRIO e Brava, citando mudanças logísticas globais e geopolítica.
O mercado global de petróleo encerrou a sessão de 15 de abril com volatilidade elevada. Descubra como o conflito no Oriente Médio e os dados do DoE afetam seus investimentos.
O acirramento das tensões geopolíticas entre EUA e Irã elevou o petróleo Brent acima de US$ 100, impulsionando ações como Petrobras e PRIO na B3. Entenda os riscos.