Ibovespa opera sob influência de cessar-fogo no Irã e pressão inflacionária
Investidores monitoram trégua proposta de 45 dias entre EUA e Irã, enquanto no cenário interno as expectativas de inflação sobem pela quarta semana consecutiva.
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Investidores monitoram trégua proposta de 45 dias entre EUA e Irã, enquanto no cenário interno as expectativas de inflação sobem pela quarta semana consecutiva.
O Departamento de Estado dos EUA ordenou a prisão e deportação das sobrinhas de Qasem Soleimani. Entenda como essa medida afeta o risco geopolítico e o petróleo.
O STF agendou para 6 de maio o julgamento sobre a constitucionalidade da Lei dos Royalties, que pode alterar drasticamente a arrecadação de RJ, ES e SP.
O Irã autorizou a entrada de navios com bens essenciais pelo Estreito de Ormuz. Saiba como essa medida afeta o fluxo de petróleo e as ações do setor na B3.
Setor de petróleo lidera altas no Ibovespa após Donald Trump projetar escalada militar contra o Irã, elevando o petróleo WTI a US$ 113 e o Brent a US$ 109.
O mercado financeiro enfrenta um dia de forte aversão ao risco com o petróleo Brent saltando 8% após ameaças de Donald Trump contra o Irã. O Ibovespa é pressionado pelo cenário externo e incertezas fiscais domésticas.
Uma análise detalhada dos resultados de BB Seguridade (BBSE3) e Caixa Seguridade (CXSE3), comparando múltiplos, projeções de dividendos e análise técnica.
Ibovespa rompe resistência técnica e mira recorde histórico após declarações sobre cessar-fogo no Irã. Setor financeiro e Embraer lideram altas na B3.
Ações de Petrobras, PRIO, Brava e PetroRecôncavo caem na B3 seguindo petróleo Brent, pressionado por expectativa de fim de tensão no Oriente Médio após fala de Trump.
Ibovespa registra queda de 0,7% em março apesar de alta de 2,71% no último pregão. Petroleiras como PETR3 (+20,58%) brilham com petróleo em alta; CSNA3 (-24,82%) e HAPV3 (-30,63% no tri) pesam no índice
Divergência entre contratos do Brent para maio e junho revela impacto de liquidez e tensões geopolíticas no Oriente Médio. Confira análise completa.
O Ibovespa encerra março sob influência direta da guerra no Irã e dados fiscais domésticos. Analisamos o impacto do petróleo a US$ 115, o balanço da Gol e a crise nas renováveis.