Ibovespa retoma 182 mil pontos com impulso de WEG e tensão geopolítica
Ibovespa sobe 0,53% aos 182.514 pontos, impulsionado por upgrade da WEG e alta das petrolíferas. Tensões no Oriente Médio e cautela do BC com a Selic ditam o tom.
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Ibovespa sobe 0,53% aos 182.514 pontos, impulsionado por upgrade da WEG e alta das petrolíferas. Tensões no Oriente Médio e cautela do BC com a Selic ditam o tom.
O Morgan Stanley elevou projeções para o Brent até 2028, rebaixou a PRIO (PRIO3) por valuation e reforçou otimismo com Petrobras (PETR4) e YPF. Veja a análise.
Ibovespa atinge máxima de 184.290 pontos puxado por Vale (+1,38%) e Petrobras (+1,84%), enquanto conflito Irã-EUA impulsiona commodities e afeta projeções de IPCA e Selic
Mercado brasileiro reage à guerra no Irã e alta do petróleo. Focus eleva IPCA para 4,31% em 2026 enquanto BC mantém Selic em 14,75%. Saiba o impacto nos ativos.
Goldman Sachs projeta que Petrobras pode perder competitividade no curto prazo se o petróleo superar níveis históricos. Entenda o impacto no FCF Yield e a preferência por PRIO3.
O petróleo Brent atingiu US$ 111,49 após bloqueios no Estreito de Ormuz e ataques a infraestruturas. Tensões entre EUA, Israel e Irã elevam risco de oferta.
A PRIO (PRIO3) anunciou a abertura do segundo poço produtor no Campo de Wahoo. A meta é atingir a marca de 40 mil barris diários até o final de abril de 2026.
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Ibovespa gira em torno de 182 mil pontos com suporte de Petrobras em meio a ataques iranianos a Israel; Selic em calibração e entrada de R$ 48,6 bi de estrangeiros no ano agitam o cenário
Ibovespa cai 3,24% para 181.931 pontos em sessão volátil; ata do Copom sinaliza calibração gradual da Selic com tensões no Oriente Médio elevando petróleo e incertezas fiscais no Brasil
PRIO3 registrou queda de 2,84% a R$ 65,96, única do Ibovespa em 23/10, puxada por petróleo em baixa >10% após Trump adiar ataques ao Irã; analistas veem upside em Wahoo e dividendos