Ibovespa busca recuperação técnica com força dos bancos e alta de Braskem
Ibovespa avança a 169.865 pontos com volume de R$ 2,73 bi, sustentado por bancos e Braskem. Analistas mapeiam níveis técnicos para validação da recuperação.
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Ibovespa avança a 169.865 pontos com volume de R$ 2,73 bi, sustentado por bancos e Braskem. Analistas mapeiam níveis técnicos para validação da recuperação.
B3 fecha em baixa com recuo de 0,21% e volume de R$ 20,9 bi. WEGE3 lidera altas após cobertura do HSBC, enquanto bancos e Vale cedem terreno.
WEG cai 1% e acumula queda de 11% no ano. Bradesco BBI mantém recomendação neutra e reduz preço-alvo para R$ 48 ante ciclo de investimentos intenso.
Resultados do 1T26 da WEGE3 mostram lucro de R$ 1,46 bi e queda nas margens. Bancos revisam estimativas para 2026 e projetam cenário desafiador.
Bolsa brasileira opera em queda diante de incertezas geopolíticas, resultados corporativos mistos e expectativas sobre cortes de juros do Copom e manutenção da taxa pelo Fed.
WEGE3 divulga resultados em 29 de abril sob volatilidade. Concorrentes registram alta demanda, mas câmbio e tarifas comprimem projeções de curto prazo.
JPMorgan altera status da WEG (WEGE3) para observação negativa devido a múltiplos elevados e projeção de resultados fracos no primeiro trimestre de 2026.
Ibovespa sobe 0,53% aos 182.514 pontos, impulsionado por upgrade da WEG e alta das petrolíferas. Tensões no Oriente Médio e cautela do BC com a Selic ditam o tom.
Ibovespa atinge máxima de 184.290 pontos puxado por Vale (+1,38%) e Petrobras (+1,84%), enquanto conflito Irã-EUA impulsiona commodities e afeta projeções de IPCA e Selic
XP Investimentos ajusta visão para o setor de bens de capital após balanços do 4T25. Relatório destaca EMBJ3 e POMO4 como favoritas em cenário de Selic incerta.
Itaúsa (ITSA4) entra pela 1ª vez no ranking de maiores volumes da B3 em fevereiro, liderado por Vale (VALE3), Itaú (ITUB4) e Petrobras (PETR4), sinalizando maior liquidez no mercado acionário brasileiro
XP Investimentos atualiza tese da WEG (WEGE3), com recomendação neutra devido a valuation elevado e desafios em 2026, mas visão positiva para crescimento sustentado até 2030.