EUA Ameaçam com Tarifaço no Brasil: Weg, Klabin, Taurus e CSN Vão a Washington
Empresas brasileiras nos EUA tentam barrar sobretaxa de 25%. Entenda os setores impactados, a estimativa de US$ 14,9 bilhões e os prazos que afetam a Bolsa.
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Empresas brasileiras nos EUA tentam barrar sobretaxa de 25%. Entenda os setores impactados, a estimativa de US$ 14,9 bilhões e os prazos que afetam a Bolsa.
Relatório do Bradesco BBI identifica ponto de entrada na B3 e na América Latina, projetando valorização de 25% no segundo semestre com foco em empresas de qualidade e múltiplos atrativos.
Ibovespa opera em alta de 0,73% com vencimento de derivativos. Investidores acompanham FOMC e Copom, com projeção de corte da Selic para 14,25% a.a. e manutenção dos juros nos EUA.
Relatório do JPMorgan analisa setores da B3 após saída de capital e pressão macro. Índice negocia a 7,8x lucro; projeção aponta alta de 36% em lucros para 2026 e destaca teses defensivas.
Ibovespa avança a 169.865 pontos com volume de R$ 2,73 bi, sustentado por bancos e Braskem. Analistas mapeiam níveis técnicos para validação da recuperação.
B3 fecha em baixa com recuo de 0,21% e volume de R$ 20,9 bi. WEGE3 lidera altas após cobertura do HSBC, enquanto bancos e Vale cedem terreno.
WEG cai 1% e acumula queda de 11% no ano. Bradesco BBI mantém recomendação neutra e reduz preço-alvo para R$ 48 ante ciclo de investimentos intenso.
Resultados do 1T26 da WEGE3 mostram lucro de R$ 1,46 bi e queda nas margens. Bancos revisam estimativas para 2026 e projetam cenário desafiador.
Bolsa brasileira opera em queda diante de incertezas geopolíticas, resultados corporativos mistos e expectativas sobre cortes de juros do Copom e manutenção da taxa pelo Fed.
WEGE3 divulga resultados em 29 de abril sob volatilidade. Concorrentes registram alta demanda, mas câmbio e tarifas comprimem projeções de curto prazo.
JPMorgan altera status da WEG (WEGE3) para observação negativa devido a múltiplos elevados e projeção de resultados fracos no primeiro trimestre de 2026.
Ibovespa sobe 0,53% aos 182.514 pontos, impulsionado por upgrade da WEG e alta das petrolíferas. Tensões no Oriente Médio e cautela do BC com a Selic ditam o tom.