Petrobras aprova R$ 41,2 bi e radar corporativo movimenta B3
Radar corporativo da B3 traz Petrobras com R$ 41,2 bi em proventos, CSN Mineração e TIM antecipando pagamentos, além de desfecho judicial na Oi.
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Radar corporativo da B3 traz Petrobras com R$ 41,2 bi em proventos, CSN Mineração e TIM antecipando pagamentos, além de desfecho judicial na Oi.
A Celesc (CLSC3, CLSC4) aprovou a alienação de sua participação de 23,03% na Dona Francisca Energética (DFESA) para a Gerdau S.A. por R$ 150 milhões.
Ibovespa rompe resistência técnica e mira recorde histórico após declarações sobre cessar-fogo no Irã. Setor financeiro e Embraer lideram altas na B3.
O Ibovespa encerra março sob influência direta da guerra no Irã e dados fiscais domésticos. Analisamos o impacto do petróleo a US$ 115, o balanço da Gol e a crise nas renováveis.
Confira o guia completo de dividendos e JCP para março, com destaque para pagamentos da Petrobras, yields elevados do Banco Mercantil e calendário de balanços.
Ibovespa fecha em 177.653 pontos influenciado pela volatilidade do petróleo Brent e incertezas macroeconômicas globais e locais antes da reunião do Copom.
Ibovespa fecha em queda de 0,28% a 178.780 pontos influenciado por inflação nos EUA e alta do Brent. Setor bancário e CSN recuam; Magalu e Hypera sobem.
Ibovespa avança forte para 185,6 mil pontos com varejo recorde em janeiro e CPI americano alinhada às projeções, enquanto Irã ameaça petróleo a US$ 200 e dólar oscila nos R$ 5,16
Ibovespa ganha mais de 3 mil pontos e atinge 184.172,94 pts (+1,80%) impulsionado por alívio nos preços do petróleo (-11% WTI); dólar cai 0,25% a R$ 5,151 afetando exportadores e importadores brasileiros
Ibovespa cai para 177.636 pontos impactado por tensões geopolíticas; Petrobras lidera altas com disparada do petróleo; dólar comercial renova mínimas em R$ 5,21 afetando investidores brasileiros
O Ativo Virtual apresenta o panorama dos dividendos de março, incluindo datas-com de gigantes como Itaú e Petrobras, além de pagamentos confirmados de BBAS3 e WEGE3.
Ibovespa recua pressionado por Vale e setor bancário, apesar da forte alta da Petrobras. Payroll negativo nos EUA e escalada militar no Oriente Médio elevam aversão ao risco global.