Ibovespa recua 1,77% com tensão EUA-Irã e balanço da Nvidia
Bolsa brasileira fecha em 177,3 mil pontos pressionada por geopolítica e lucro em tech. Investidores monitoram negociações de paz, curva de DI e audiência do BC.
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Bolsa brasileira fecha em 177,3 mil pontos pressionada por geopolítica e lucro em tech. Investidores monitoram negociações de paz, curva de DI e audiência do BC.
Bradesco BBI analisa resultados do 1T26 na B3 e aponta assimetria positiva após venda generalizada. Veja os catalisadores em financeiros, energia e tecnologia.
Mapeamento de 22 proventos para maio e junho revela oportunidades em múltiplos setores, valuation atrativo e técnicas avançadas de alocação.
Ibovespa oscila próximo a 180 mil pontos com polarização entre bancos, commodities e petroleiras. BC adere cautela diante da inflação global e choques de oferta.
Ibovespa cai 1,19% a 181.908 pontos impulsionado por alta do DI, petróleo acima de US$ 104 e saída de estrangeiros. Resultado da Vivo e BTG Pactual movimentam pregão.
Ibovespa fecha em 184.108,29 pontos com alta de 0,49%, puxado por resultados corporativos e trégua EUA-Irã. Semana acumula queda de 1,71%.
Principais corretoras direcionam carteiras de maio para setores defensivos e ativos com rendimento previsível, destacando dividend yield de 7% e reprecificação de custos.
Ibovespa atinge 199.315 pontos com volume de R$ 5,9 bi, impulsionado por negociações entre EUA e Irã. Destaques para Localiza (RENT3) e setor bancário.
Bradesco BBI destaca Brasil como destaque emergente no 12º Brazil Investment Forum com 850 investidores; Ibovespa próximo a 200 mil pontos impulsiona visão positiva para ações
Investidores monitoram sinalização de Trump sobre fim de conflito no Irã, queda do petróleo abaixo de US$ 100 e reestruturação de conselhos na Petrobras e no Ibovespa.
A Localiza (RENT3) aprovou o crédito de R$ 571,7 milhões em Juros sobre o Capital Próprio (JCP). Confira datas de pagamento e valor líquido por ação.
Ibovespa cai 3,24% para 181.931 pontos em sessão volátil; ata do Copom sinaliza calibração gradual da Selic com tensões no Oriente Médio elevando petróleo e incertezas fiscais no Brasil