Ibovespa retoma 182 mil pontos com impulso de WEG e tensão geopolítica
Ibovespa sobe 0,53% aos 182.514 pontos, impulsionado por upgrade da WEG e alta das petrolíferas. Tensões no Oriente Médio e cautela do BC com a Selic ditam o tom.
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Ibovespa sobe 0,53% aos 182.514 pontos, impulsionado por upgrade da WEG e alta das petrolíferas. Tensões no Oriente Médio e cautela do BC com a Selic ditam o tom.
Ibovespa atinge máxima de 184.290 pontos puxado por Vale (+1,38%) e Petrobras (+1,84%), enquanto conflito Irã-EUA impulsiona commodities e afeta projeções de IPCA e Selic
O Ibovespa enfrenta forte aversão ao risco global com tensões entre Irã e Israel, queda da Petrobras e novos gastos fiscais no Brasil. Veja os impactos no mercado.
Gilson Finkelszstain deixará o comando da B3 para assumir o Santander Brasil (SANB11), substituindo Mario Leão. Entenda a reação do mercado e os riscos envolvidos.
Ibovespa futuro cai 0,85% enquanto tensões entre Israel e Irã elevam Petróleo Brent para US$ 109. Dólar sobe e mercado digere ida de CEO da B3 para o Santander.
Banco Santander (Brasil) comunica renúncia de Mario Roberto Opice Leão como CEO. Sucessor é Gilson Finkelsztain, da B3 (B3SA3), com transição até meados de 2026. Fato relevante impacta SANB11.
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Ibovespa sobe 0,3% impulsionado por Petrobras e salto de 22% da Raízen. Investidores demonstram cautela antes das decisões de juros no Brasil e nos EUA.
O Ativo Virtual analisa o cancelamento de ações da Vale, a projeção de 72% de alta para Auren Energia e a nova recomendação do Safra para o Bradesco.
O Banco Safra revisou suas estimativas para o setor bancário brasileiro, elevando o Bradesco (BBDC4) ao posto de top pick e mantendo cautela com BB e Santander.
Ibovespa fecha em queda de 0,28% a 178.780 pontos influenciado por inflação nos EUA e alta do Brent. Setor bancário e CSN recuam; Magalu e Hypera sobem.
Os 20 executivos mais bem pagos da B3 acumularam R$ 2,04 bilhões entre 2022 e 2024. Setores de finanças, energia e commodities lideram o ranking de remuneração.