AXIA3 a R$ 53,69: dividendos de 14% e alvo de R$ 74,50 justificam a tese?
AXIA3 sobe 38,6% em 12 meses; XP projeta dividendos de 11% em 2026 e 14% em 2027 e alvo de R$ 74,50, enquanto BlackRock reduz posição.
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AXIA3 sobe 38,6% em 12 meses; XP projeta dividendos de 11% em 2026 e 14% em 2027 e alvo de R$ 74,50, enquanto BlackRock reduz posição.
CMIG4 negocia a R$ 11,26 com DY de 11,19%: entenda o que a renovação de concessões e o Capex mudam na tese e onde ficam os riscos.
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ISAE4: follow-on de R$ 1,2 bi teve demanda 6x a oferta e ações sobem 7% em 30 dias. O que muda na tese, no dividendo e no preço-teto.
TAEE11 subiu 7% após antecipar Garabi 2 em 20 meses e somar R$24,2 mi à RAP; entenda o trade-off entre dividendos e dívida.
AXIA3 subiu 54,27% em 12 meses após lucro de R$1,19 bi no 2T26; entenda o que sustenta a tese e os riscos.
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VALE3 (alvo a US$ 15), BRAP4 (desconto de 36%) e o deal de ENGI11/TAEE11: entenda os riscos e retornos de cada tese.
TAEE11 reporta queda no lucro por despesas financeiras, mas paga R$ 206,8 milhões. Veja os múltiplos e a tese de decisão.
O 2T26 traz divergência setorial: CSN e Equatorial sofrem com margens, Vale antecipa projeto de cobre e Ultrapar distribui R$ 1,08 bilhão.
Taesa conclui compra de cinco transmissoras da Energisa por R$ 1,63 bilhão, expandindo capacidade e alongando prazo médio de concessões.