Balanços 1T26: análise de rentabilidade e dividendos dos grandes bancos
A temporada 1T26 revela contrastes acentuados entre bancões: eficiência privada versus pressão estatal, com projeções de dividendos de 4,5% a 8% e revisão de guidances.
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Itaú Unibanco
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A temporada 1T26 revela contrastes acentuados entre bancões: eficiência privada versus pressão estatal, com projeções de dividendos de 4,5% a 8% e revisão de guidances.
Conselho da B3 elege Christian Egan como novo CEO, sucedendo Gilson Finkelsztain. Ações caem 5,08% a R$ 15,87. Analistas avaliam impacto da nova gestão e entrada de concorrentes.
Bolsa brasileira opera com perdas acima de 1,9% e renova mínimas em 173,6 mil pontos, pressionada por alta do dólar, curva de juros inclinada e cenário externo tenso com EUA e Oriente Médio.
Conselho da B3 (B3SA3) elege Christian Egan como novo CEO. Mudança reforça governança e foco em mercados globais. Posse será comunicada em breve.
Bancos brasileiros registram alta de 33% nas provisões para calotes no primeiro trimestre, refletindo transmissão tardia dos juros e deterioração em carteiras específicas.
Mapeamento de 22 proventos para maio e junho revela oportunidades em múltiplos setores, valuation atrativo e técnicas avançadas de alocação.
Ibovespa sobe 0,72% após tombo da véspera, impulsionado por bancos e varejo. Resultados trimestrais e fluxo externo ditam o humor da B3 nesta quinta-feira.
Banco do Brasil reporta lucro de R$ 3,4 bi no 1T26, queda de 53%. Inadimplência do agro e novas regras de provisão forçam corte no guidance.
Ibovespa cai forte com tensão política e dólar pressionado. Fed mantém tom restritivo, Brent recua e ações mistam na B3. Entenda os impactos.
Projeção de retorno de 31% em reais e influxo bilionário sustentado por normalização do peso local em ações e alívio monetário.
Ações da Itaúsa reagem ao balanço do T1/2026 e operam em R$ 13,10, enquanto indicadores técnicos apontam cautela no curto prazo e mapeiam níveis de preço críticos para o fluxo de capital.
Ibovespa oscila próximo a 180 mil pontos com polarização entre bancos, commodities e petroleiras. BC adere cautela diante da inflação global e choques de oferta.