Ibovespa recua 1% com tensão EUA-Irã, lucro da Vale e decisão do Copom
Bolsa brasileira opera em queda diante de incertezas geopolíticas, resultados corporativos mistos e expectativas sobre cortes de juros do Copom e manutenção da taxa pelo Fed.
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Bolsa brasileira opera em queda diante de incertezas geopolíticas, resultados corporativos mistos e expectativas sobre cortes de juros do Copom e manutenção da taxa pelo Fed.
Ibovespa cai 0,66% para 187,4 mil pontos e dólar testa R$ 4,99 em dia de balanços corporativos, dados de inflação e tensões no Oriente Médio que impactam commodities e curva de juros.
A alta global é puxada por semicondutores, isolando o Ibovespa e ETFs de emergentes do desempenho asiático, enquanto o BC gerencia pressão inflacionária e geopolítica.
Ibovespa recua 0,51% a 188.258 pontos impactado por inflação e petróleo acima de US$ 100. Analise os fluxos, riscos e o impacto nos seus ativos.
A Petrobras indica que a isenção de PIS/Cofins pode evitar repasses de alta aos consumidores. Entenda o mecanismo do PPI e os impactos no mercado.
Ibovespa opera em queda de 0,65% com tensões no Oriente Médio e IPCA-15 de 0,89%. Mercado aguarda Copom, Fed e balanço da Vale.
Brava vende participação em Jubarte para Petrobras por R$ 700 mi e US$ 150 mi. Operação reforça estratégia de desinvestimento e redução de dívida no setor.
Vale, Petrobras e Itaú lideram negociações na B3 no 1º tri/26. Geopolítica do petróleo e preferência por ativos de energia ditam os fluxos de capital.
Cenário macro com IPCA-15 acima da projeção, juros futuros em alta, petróleo pressionado por conflito EUA-Irã e balanços de JSL e Embraer ditam o ritmo dos mercados.
Empresas brasileiras reportam forte desempenho trimestral e anunciam IPOs, emissões de dívida e venda de ativos energéticos que impactam a liquidez e o fluxo de caixa.
A Brava Energia (BRAV3) vendeu 0,86% da jazida de Jubarte para a Petrobras. A transação de R$ 700 mi e US$ 150 mi terá pagamentos escalonados e depende da ANP.
Petrobras firma acordo de até R$ 1,45 bi por área de Argonauta. Aquisição redefine participação em Jubarte e otimiza gestão do pré-sal.