Ibovespa atinge recorde histórico de 192 mil pontos e fecha em leve realização
O Ibovespa renovou sua máxima histórica aos 192.623 pontos, encerrando o pregão com queda marginal de 0,13% aos 191.247 pontos, impactado por bancos e varejo.
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O Ibovespa renovou sua máxima histórica aos 192.623 pontos, encerrando o pregão com queda marginal de 0,13% aos 191.247 pontos, impactado por bancos e varejo.
Petróleo opera estável com tensões EUA-Irã equilibradas pelo aumento recorde de estoques americanos e planos da OPEP+ de elevar produção em 137 mil bpd
Governança fiscal brasileira, tensões comerciais globais e balanço da Nvidia influenciam investidores em ambiente de selic em 13,22% e Ibovespa futuro a 197,2 mil pontos.
Teto de 3,6% para taxas de VR/VA e expansão da rede para 1,82 milhão de estabelecimentos após decisão do TRF 3ª região contra Ticket, VR, Pluxee e Alelo.
O Ibovespa atinge recorde histórico de 191.490,40 pontos puxado por blue chips e R$ 35,6 bi em investimentos estrangeiros em 2026, evidenciando recuperação do mercado acionário brasileiro.
Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) lideram ranking das ações mais negociadas na B3 em janeiro, com PRIO3 retornando ao top 10. Volume financeiro diário alcança R$ 490,6 bilhões na bolsa brasileira.
Mercado brasileiro recupera terreno com alívio nos receios tarifários US e demanda por ações de primeira linha
Dólar fraco impulsiona fluxos globais para emergentes, com Brasil recebendo record de R$ 33 bilhões em 2026, segundo InfoMoney
Ibovespa futuro avança 0,43% para 193.270 pts com dólar a R$ 5,168; BC revela déficit em conta corrente de US$ 8,36 bi em jan/26, acima das projeções, e tarifas Trump de 10% entram em vigor impactando fluxos globais
Ibovespa oscila entre 191k pontos e 189k pontos com volume de R$9,78 bilhões, influenciado por Petrobras e tensões comerciais EUA-Brasil.
Ibovespa recua 1% para 188.634 pontos após máxima histórica, influenciado por tensões tarifárias dos EUA. Dólar cai a R$5,15 e juros futuros sobem. Analistas apontam impacto misto para exportações brasileiras.
Análise das empresas com maiores potenciais em 2026: reforma tributária, exploração petrolífera e dividendos em alta marcam cenário de investimentos.