Raio-X do Ibovespa em Fevereiro: Ciclo de Altas e Crise de Liquidez no Varejo
Ibovespa encerra fevereiro com alta de 4,09%, atingindo 188.786,98 pontos. Construtoras e Telecom lideram ganhos, enquanto Raízen e GPA enfrentam crises de liquidez.
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Ibovespa encerra fevereiro com alta de 4,09%, atingindo 188.786,98 pontos. Construtoras e Telecom lideram ganhos, enquanto Raízen e GPA enfrentam crises de liquidez.
Axia registra lucro líquido de R$13,7B no 4T25, mas ações recuam 2,61% devido à dependência de créditos tributários e divergências entre previsões de análises
Pague Menos divulga análise de nova oferta pública, que pode injetar até R$560 milhões, com coordenadores BTG e Itaú BBA avaliando condições de mercado.
Raízen (RAIZ4) precisa de R$20 bilhões em capital novo após prejuízo recorde. Credores rejeitam divisão proposta pelo BTG Pactual (BPAC11) e exigem injeção imediata de capital.
Ibovespa fecha em leve queda de 0,13%, aos 191.005 pontos, impactado por Vale e Nubank, enquanto Marcopolo dispara 5,56% após balanço positivo.
Presidente Lula lidera negociações com acionistas da Raízen (RAIZ4) para evitar recuperação judicial enquanto empresa enfrenta dívida de US$ 33,5 milhões em juros e rebaixamento de rating.
Tecnisa aceita proposta do BTG Pactual para venda de participação de 26,09% na Windsor por R$ 260,9 milhões. Operação ainda depende de aprovação do CADE e outros fatores.
Raízen negociaria aporte bilionário para alívio em dívida. Planos de divisão societária e conversão de 35% de títulos em capital mobilizam mercados.
Tecnisa revela proposta vinculante do BTG Pactual por participação na Windsor; valor totaliza R$260,9 milhões, com concretização sujeita a aprovações regulatórias e credores
O Citigroup avança na simplificação de sua estrutura global ao negociar a venda de 24% do Banamex para um consórcio liderado pelo BTG Pactual e Blackstone.
Banco Pine anuncia oferta de até 31,8 milhões de ações preferenciais com preço definido via bookbuilding, visando ampliar capital e implementar programa de units.
Vivo (VIVT3; NYSE: VIV) encerrou seu programa anterior de recompra e aprovou um novo com R$1 bilhão em recursos, válido até 2027, para otimizar alocação de capital.