R$ 103 bilhões no STF e calote em fundo logístico: o que muda para o investidor
Locatária do INLG11 em recuperação judicial, R$ 103 bi em disputa no STF e plano de revogar impostos: o que a semana sinaliza ao investidor.
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Locatária do INLG11 em recuperação judicial, R$ 103 bi em disputa no STF e plano de revogar impostos: o que a semana sinaliza ao investidor.
Ibovespa recua 0,27% e fecha a 2ª semana no vermelho; IPCA-15 a 0,70% e energia elétrica +7,42% redesenham a aposta em corte da Selic.
Ibovespa caiu 0,27% na sexta e 0,95% na semana, pressionado por Petrobras; IPCA-15 acima do esperado e eleição acirrada pesaram mais que o exterior.
Itaú tem a marca mais valiosa do Brasil, de US$ 9,9 bi segundo a Brand Finance, e o top 5 nacional é formado só por instituições financeiras.
EUA avaliam vetar exportação de diesel por 90 dias; Bradesco BBI vê impacto contratual limitado em transportadoras da B3 e JPMorgan vê distribuidoras expostas
XP reiterou compra para Suzano e Klabin com alvos de R$60 e R$24, preferindo SUZB3 no curto prazo da celulose.
BofA mantém compra de ITUB4 e BBDC3, reafirma venda de BBAS3 e corta o alvo a R$ 20; o que a diferença de rentabilidade muda na decisão.
Afya e Yduqs criam a maior plataforma de educação superior do país, de cerca de R$ 9,5 bi, com analistas divididos sobre quem captura o valor da fusão.
Ibovespa fecha em queda de 0,86%, aos 185.814,09 pontos, após máxima de 188.772: dólar sobe 1,28%, bancos pesam e Petrobras segura sozinha.
Suzano (SUZB3) sobe 2,81% a R$ 48,58 com reajuste da celulose: US$ 20/t na Ásia e US$ 50/t nas Américas e Europa; Bradesco BBI vê fundamentos firmes.
Ibovespa sobe 0,44% a 187.422,92 pontos com recuperação da Petrobras; setembro acumula 5,64% e fluxo externo soma R$ 9,23 bi.
CXSE3: lucro de R$ 1,14 bi e payout de 92% reforçam a tese de dividendos, mas o preço-teto de R$ 23,80 e visões divergentes expõem o risco da decisão.